Apesar de ter projetos de expansão das suas atividades, o MAPADI continua a apostar forte numa iniciativa de intervenção no terreno que renova o ideal da fundação do Movimento de Apoio de Pais e Amigos ao Diminuído Inteletual. O acompanhamento de crianças desde tenra idade continua a ser uma das prioridades da instituição e, nesse sentido, realça o presidente da direção, António Ramalho, o MAPADI associou-se a outras entidades numa Equipa Local de Intervenção (ELI). Por essa via, estão a ser apoiada 80 crianças da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde, com idades até aos seis anos, sendo a liderança do Ministério da Saúde (pediatra e duas enfermeiras) enquanto o MAPADI participa com uma psicóloga, uma assistente social e terapeutas da fala e ocupacional. Seis educadoras de um agrupamento de Vila do Conde complementam o trabalho das três entidades que fazem uma intervenção precoce. Para dar respostas a vários níveis, o MAPADI tem, por isso, de ter um quadro profissional com qualidade por mais que isso custe ao orçamento anual que já ultrapassa os três milhões de euros. E há sempre gastos a fazer para ser garantida a qualidade dos serviços como se comprova com o mais recente investimento: a aquisição de uma cadeira elevatória para colocar na piscina pessoas com dificuldade de locomoção (ouça todos os assuntos nos noticiários).

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